HISTÓRIA EM SALA DE AULA

Na década de 80, a concepção positivista e reprodutiva dos conteúdos didáticos da disciplina de História começou a ser deixada de lado para dar lugar a novas metodologias. Influenciada pelo pensamento marxista, pela Escola de Annales e pela historiografia inglesa (Hobsbawm, Dobb, Hill, Sweezy), surge um modelo mais permissível à crítica. Decorar datas, nomes e fatos deixa de ser o objetivo da disciplina transformando aluno e professor. Agora, o aluno precisar exercitar o pensamento crítico enquanto os professores se tornam pesquisadores dos processos históricos.

Para Circe Bitencourt “um dos objetivos centrais do ensino de história na atualidade, relaciona-se à sua contribuição na constituição de identidades. A identidade nacional, nessa perspectiva, é uma das identidades a ser constituída pela história escolar, mas por outro lado, enfrenta o desafio de ser entendida em suas relações com o local e o mundial”. (BITENCOURT, 2004)

Se a ideia, então, é colaborar na formação de cidadãos que atuem como agentes transformadores da sociedade, a História possui um papel fundamental dando vida ao passado para a compreensão do presente, resgatando os processos históricos políticos, sociais, culturais e ideológicos como ferramentas na construção da identidade do aluno.

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