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Arqueólogos encontraram uma plataforma de sacrifícios asteca na atual capital mexicana, Cidade do México. A cidade, antes, foi capital da civilização asteca que dominou a região durante os séculos 14 e 16, até a chegada de Hernan Cortez, em 1521. Foram encontrados 50 crânios decapitados e 250 ossos de mandíbulas utilizados em rituais de sacrifícios. Alguns crânios perfurados sugerem que foram pendurados para exibição. Os restos mortais foram enterrados em torno de uma pedra sacrificial. Entre os astecas, os rituais de sacrifício eram comuns. As vitimas eram levadas para o topo do templo e deitadas sobre uma laje de pedra. O sacerdote, com a ajuda de uma faca cerimonial, abria o peito do sacrificado, desde o diafragma até o pescoço, e arrancava o coração da vítima ainda batendo. O corpo era, então, jogado pelas escadarias do templo e o coração oferecido aos deuses em ma bandeja. Alguns crânios encontrados, provavelmente, foram utilizados em rituais para o deus da morte e outros parecem ter sido modificados e, se concluídos, teriam se transformado em máscaras para representação do mesmo deus.

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